Sobre A.A.
Aos Profissionais
A.A. para a Medicina
O alcoolismo, na opinião de A.A., é uma doença progressiva – espiritual e emocional (ou mental), como também fÃsica. Os alcoólicos que conhecemos parecem ter perdido o poder de controlar a sua maneira de beber.
A classe médica tem sido, desde muito tempo, um aliado e um recurso de Alcoólicos Anônimos. A.A. compartilha com os médicos uma preocupação em relação à saúde e bem-estar daqueles que ainda sofrem da doença do alcoolismo.
O Ãndice decrescimento de A.A. mostra que um número crescente de alcoólicos está-se recuperando dessa doença. Existem quase grupos de A.A. em 193 paÃses. As mulheres hoje em dia constituem um terço da Irmandade e pessoas jovens ( de 30 anos para baixo) cerca de 15%. Os membros de A.A. sóbrios há mais de um ano têm grande probabilidade de continuar, com sucesso, o seu processo de recuperação.
(extraÃdo do folheto "A.A.como recurso para a classe médica", com a autorizaçãodaJUNAAB)
O conceito do alcoolismo como doençaO conceito do alcoolismo como uma doença, descrito pelo Dr. Silkworh como "uma obsessão da mente, mais uma alergia do corpo", amplamente aceito pelos membros de A.A., é significativo tanto para os médicos como para seus pacientes alcoólicos. Porque tem sido bem-sucedido, numa porcentagem de casos relativamente alta, o programa de A.A. tem incentivado muitos médicos a serem esperançosos, em vez de pessimistas, ao trabalhar com os bebedores-problemas.
Para os alcoólicos que já estão prontos para admitir sua condição e dispostos a procurar ajuda, a abordagem de A.A. significa uma base sensata, desapaixonada para combater um sério problema pessoal. O alcoolismo não é mais considerado uma fraqueza moral. Os bebedores-problemas não são considerados mais deficientes em força de vontade do que as vÃtimas da tuberculose ou diabete. Eles adquirem uma nova compreensão da verdadeira natureza da sua doença. E eles recebem um programa realista para se reabilitarem, um programa cuja segurança tem sido testada em milhares de casos.
O programa de A.A. é baseado na experiência,não numa formula rÃgida. Sua exortação e as razões para o seu relativo sucesso nem sempre são interpretados nos mesmos termos. Em qualquer discussão de A.A. há obviamente oportunidades suficientes para uma variedade de pontos de vista e opiniões. O mesmo principio é confirmado na área da medicina e A.A.
(ExtraÃdo do livreto"Alcoólicos Anônimos e a Classe Médica", com autorização da JUNAAB)
A resistência do alcoólico para ser ajudado pode ser frustradora
Uma vez que a negação do problema é sintomática no alcoolismo, os pacientes alcoólicos tendem a ser evasivos, quando questionados sobre a sua maneira de beber e alguns médicos podem não reconhecer que o alcoolismo pode estar contribuindo para os seus sintomas. Os pacientes podem resistir a qualquer sugestão de que o alcoolismo esteja incluÃdo e podem ser igualmente resistentes à sugestão de Alcoólicos Anônimos como um último recurso.
Alguns médicos tiveram a experiência de ter os seus diagnósticos rejeitados. A alguns foi dito: "Eu, certamente, não sou um diabético." Entretanto, quando o médico faz o diagnostico de alcoolismo, um alcoólico freqüentemente responderá: "Eu não bebo tanto assim", ou muitas vezes pedirá desculpas pela sua maneira de beber. Os médicos podem esperar e prevê isso.
Racionalização e negação fazem parte da doença do alcoolismo. A rejeição inicial de A.A. é parte do mecanismo de negação.
Os membros de A.A.vencendo a negação e enfrentando o mal da sua bebida, estão particularmente aptos a ajudar outros a vencerem a sua negação.
(extraÃdo do folheto "A.A.como recurso para a classe médica", com a autorização da JUNAAB)